Esclareça suas dúvidas sobre gargalos em processos internos

Tempo de leitura: 4 minutos

Nas empresas modernas, as operações bem-sucedidas geralmente amparam-se em um rígido controle gerencial — o qual visa evitar (ou eliminar, caso haja identificação) a ocorrência de gargalos em processos internos. A atenção contínua e execução adequada de tarefas é essencial para que o negócio se mantenha saudável e lucrativo!

Neste post, você vai saber um pouco mais sobre os prejuízos gerados por eventuais gargalos operacionais, conhecendo os casos mais comuns às organizações contemporâneas. Além disso, também vai entender de que forma é possível contornar os problemas e então alcançar a alta performance empresarial. Preparado? Vamos lá!

Quais são os prejuízos gerados por gargalos em processos internos?

Em um mercado tão competitivo, no qual o consumidor se mostra cada vez mais ativo e exigente, os gargalos empresariais podem ser fatais — e, como consequência, conduzir a organização ao fracasso.

Mas de que forma as ineficiências internas podem resultar na bancarrota do negócio? A resposta é relativamente simples, embora sua aplicabilidade se mostre mais complexa: dentre os prejuízos dos gargalos em processos internos, despontam, por exemplo, a queda de produtividade e o desperdício de recursos.

No caso da produtividade, a incidência de retrabalhos e os desvios de qualidade na execução operacional não impactam apenas a rotina da empresa. Ao final da cadeia produtiva, o cliente reconhece o desalinho da empresa e, caso o problema seja recorrente, provavelmente haverá desistência de compra e/ou contratação.

No que tange ao desperdício de recursos, o dilema ultrapassa apenas o dinheiro dispendido em material ocioso, por exemplo. O custo da mão de obra ineficiente também onera as operações e não agrega competitividade às atividades da organização.

Os problemas ocasionados por gargalos em processos internos são extensos e profundos. Jamais fique inerte diante do dinamismo que a gestão de uma empresa requer!

Quais são os gargalos mais comuns às empresas modernas?

Para atender às exigências do mercado, as empresas precisam se reinventar constantemente. Neste compasso, o redesenho de processos, por exemplo, é uma postura comum, mas que deve ser empreendida com cautela e controle — qualquer desvio pode gerar um perigoso gargalo interno.

Dentre as ocorrências mais comuns às organizações contemporâneas, é possível destacar:

Produção

Infelizmente, os desvios produtivos, em maior ou menor gravidade, são comuns nas indústrias brasileiras. Seja pela falta de padronização de rotinas — envolvendo a engenharia de produtos e/ou as especificações particulares dos itens — ou ausência de laudos técnicos que atestem a qualidade do artigo ao final da cadeia, os gargalos na fábrica podem comprometer seriamente os resultados da empresa.

Operação

Para além das máquinas, estão as pessoas que as gerenciam. Os gargalos internos também podem ocorrer no âmbito operacional do processo, envolvendo, por exemplo, os retrabalhos desnecessários no manejo de estoques (seleção de mercadorias, falha do PEPS, etc) e a falta de controle estratégico e gerencial (análises de fluxo de caixa, relatórios de venda, indicadores, etc).

Serviço

No que compete aos serviços oferecidos, os gargalos em processos também podem ser fatais. O caso logístico, por exemplo, é clássico: adversidades externas, como infraestrutura precária e altos custos de transporte, dificultam o gerenciamento de cargas e, caso não haja acompanhamento constante, podem implicar em cultos expressivos e inviáveis. É preciso estar constantemente atento às alternativas para alavancar as rotinas de serviços.

Como é possível evitar (e corrigir) os gargalos em processos internos?

Agora que você já compreendeu a importância determinante de prevenir e de eliminar eventuais gargalos internos, é o momento de pensar nas ações práticas pertinentes à reação e ao aprimoramento.

Primeiro, é importante empreender uma profunda análise de processos — só assim será possível identificar problemas produtivos e operacionais, investigando com cautela quais são as reais causas dos desvios. Depois, é hora de formular e aplicar um plano de melhoria, estabelecendo indicadores de desempenho para controlar os resultados operacionais.

Não basta, porém, pensar em soluções pontuais e descontinuadas para sanar os gargalos em processos internos. O grande segredo é manter um amplo e denso controle estratégico e gerencial de todas as etapas da operação, automatizando rotinas e integrando departamentos de forma inteligente. Neste caso, a tecnologia em gestão é certamente a melhor aliada dos gestores eficientes!

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