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Foco no Sucesso: Quattror Comercial

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Iniciamos hoje uma nova série de artigos aqui no Blog Conexos, em que vamos entrevistar alguns de nossos clientes. Nestas entrevistas iremos mostrar a relação das empresas com o sistema de gestão da Conexos e como foi esse processo de evolução gerencial.

Na entrevista de hoje conversamos com Everton Wutke, um dos sócios da Quattror, que vai contar pra gente como que a empresa surgiu e como a Conexos fez parte do processo. A Quattror é uma trading localizada em Vila Velha, no Espírito Santo, que presta serviços de importação, exportação, logística e distribuição. Além é claro, de toda assessoria e consultoria nos processos de comércio exterior.

Confira agora:

Conexos: Pode começar contando para gente sobre você e como começou a sua história na Quattror.
Everton: Meu nome é Everton Wutke, sou um dos sócios da Quattror. No comércio exterior já estou completando 21 anos de mercado. Atuei cinco anos como despachante aduaneiro, estive em outra trading e depois disso desde 2013 na Quattror. Iniciei minha caminhada aqui, quando fui convidado a participar do projeto, no início como gestor da equipe comercial e em 2014 me tornei sócio da empresa.

Conexos: No início quais foram as maiores dificuldades? Foi quando vocês começaram a pensar em implantar um ERP na empresa?
Everton: Vale até destacar um pouco antes, o meu primeiro contato com Samuel que é um dos sócios da Quattror, lá em 2012. Na ocasião, me apresentaram para ele até como indicação de uma pessoa que entendia bastante de sistema. Dada a necessidade da empresa com relação a botar em prática o uso de algum ERP. A Quattror já fazia parte de um grupo que tinha outras empresas e nenhuma dessas empresas utilizavam o Conexos. Somente a Quattror, que havia sido fundada em 2010, que já vinha desde o início considerando Conexos com o sistema.
Em 2013, quando entrei, apesar de ter entrado como comercial eu tinha um compromisso apalavrado com Samuel de ajudar no desenvolvimento dessa cultura. Nesse meio tempo eu também consegui convencer a implantar o Conexos nas outras empresas do grupo e o Claudenir (CEO da Conexos) teve participação na época, foi bem importante. Até para conseguir fazer o EDI com o nosso sistema de WMS.

Conexos: Então o Conexos foi o primeiro ERP dentro da Quattror?
Everton: Na Quattror sim. Já nas outras empresas, antes, era usado outro ERP. E eu também, na verdade, na minha trajetória no comércio exterior, em empresas de importação, o Conexos não foi o primeiro sistema que eu utilizei.

Conexos: E como você e a Quattror conheceram o Conexos?
Everton: Eu conheci o Conexos entre 2005 e 2006, através da Leda da Venicomex (Cliente Conexos), pois existia uma parceria com a empresa que eu trabalhava naquela época.
E dentro dessa parceria envolvia acessos simultâneos ao sistema, de pessoas que trabalhavam na empresa e dos colaboradores da Venicomex, que ficava em São Paulo. Só que o sistema que utilizávamos não tinham esses controles de acesso, os registros nas telas, os registros lançamentos. Essas etapas do sistema não funcionavam muito bem.
Não existia segurança para gente estabelecer uma parceria com transparência, demonstrando quem poderia acessar o que, quem tinha feito o que no sistema, não existia um registro transparente dos processos.
Foi então que a Leda falou do Conexos. Marcamos uma reunião e começamos a parceria logo a partir desse momento.

Conexos: Como foi o processo de decisão pelo Conexos? Não houve concorrência pela empresa?
Everton: Quando o Conexos chegou até nós, aconteceram duas rodadas de apresentação e o que foi apresentado foi muito decisivo. O sistema tinha todas as características dos procedimentos de uma trading. Tinha esse contato muito forte com todos os sistemas da receita, por isso, a gente acabou não tendo ou não analisando naquele momento outros ERPs.

Conexos: Qual foi o ponto mais expressivo do Conexos que fez vocês terem a certeza que era o sistema ideal para a Quattror?
Everton: Além desse ponto que comentei do forte envolvimento do Conexos com o comércio exterior que permitia ter todos os acessos das etapas do comex. Um ponto positivo que considerei muito também, foi que o sistema tinha a possibilidade de manter o registro do processo, a mesma referência do processo da importação, desde o início desde a concepção, do pedido de compra no exterior até uma prestação de contas com os clientes. Isso facilitava muito o trato interno da informação de todos os setores da empresa. Usávamos a referência no financeiro, no setor de compras, no comércio exterior, no despacho. Todos os módulos mantinham essa estrutura, a mesma numeração do processo.

Conexos: Como foi o processo de implantação do Conexos? Houve dificuldades?
Everton: Eu experienciei esse processo duas vezes, na verdade, uma em 2006 e outra em 2013.
Em 2006 eu era um usuário assíduo do sistema. Na época eu estava gerenciando a equipe de importação da empresa onde eu estava, mas também exercia diversas atividades dentro do sistema, até pelo porte da empresa que não era tão grande. Então, tive que aprender muito sobre o Conexos, me colocava muito na cadeira do usuário, mas, ao mesmo tempo, eu era uma pessoa que queria a implantação do sistema. Costumamos brincar que um sistema que tem muitos controles, normalmente não é feito para o usuário, é para quem quer fazer algum tipo de gestão. Para um usuário que sai de um sistema com poucos controles e vai para um sistema com controles mais rígidos, existe esse baque inicial.

Eu era esse usuário que estava saindo de controles baixos para controles um pouco mais rígidos e, ao mesmo tempo, eu era o gestor que queria isso funcionando para projetar os crescimentos da empresa. Eu tive que, às vezes, enfrentar uma jornada dupla, a jornada de quem aprendia e a jornada de quem iria estabelecer a gestão com o sistema.

Já em 2013 – dentro da Quattror -, existia o ponto positivo de já ter passado por uma implantação. Eu já conhecia praticamente o sistema por completo, sabia exatamente o que eu queria. Eu sabia exatamente onde eu poderia chegar. Na apresentação aos sócios, foi mais fácil mostrar o que eles tinham e para onde eles poderiam ir com o Conexos. Isso era muito claro, era muito evidente. Não só porque eu sabia fazer como eu sabia também o que a ferramenta entregava. Dispensamos aquelas dúvidas que existem quando você está conhecendo algo novo. Por outro lado, eu era um estranho chegando em uma equipe já pronta. Que, na verdade, nem era meu setor, entrei como comercial. Então, de certa forma algumas resistências e as coisas não aconteceram da forma mais veloz possível, mas deu certo, Tivemos pessoas que abraçaram a causa desde o início. No final foi tudo muito positivo essa experiência.

Conexos: Depois do processo de implantação, quando foi que você observou os primeiros resultados de ter um sistema ERP na empresa?
Everton: Digo que um ERP ele evolui muito a depender dos níveis de controle que você quer.

Evidentemente quando você sai de um sistema com poucos controles para um sistema com controles melhores você tem os resultados que já são imediatos. A parte de controle, parte de alçadas, alguns relatórios já começam a dar resultado, isso com três meses, quatro meses, muito próximo à implantação. A parte de EDI com os sistemas da receita é uma coisa que é desenvolvida para a empresa, algo que já é um padrão então isso já dá um resultado imediato.

Daí com o tempo, fomos implementando coisas que eram personalizadas. Como fazer um EDI do nosso WMS com o Conexos. Que era um WMS que ainda não existia o mapeamento pronto para EDI, esse levou um pouco mais de tempo, talvez uns seis meses para sair.

E aí outras coisas foram evoluindo. Para você ter uma ideia a gente começou isso em 2013 e eu só fui conseguir implantar BI e alguns dashboards aqui na Quattror em 2016, 2017, depois de três anos de uso do sistema. Afinal, começamos utilizando determinadas telas no início, depois incrementando outras, daí colocamos um controle de câmbio e assim por diante. Não começamos usando 100% do sistema, é o sonho, mas para quem busca a excelência, nunca paramos de evoluir.

Conexos: Então você acredita que o Conexos acompanhou a empresa nesse processo de evolução?
Everton: Sim, tiveram muitas implementações tanto solicitadas por nós quanto as que aproveitamos da própria evolução do Conexos. Provavelmente de outras empresas, que demandaram.
Na verdade, essa evolução com o Conexos, eu já percorri desde 2006. Quando houve um envolvimento maior de comerciais importadores que começaram também a fazer distribuição, houve necessidades de melhorias nos módulos.

Conexos: E hoje, como está sendo a experiência com o Conexos? Continua atendendo a Quattror da forma esperada? Quanto ao momento de quarentena, foi fácil para vocês se adaptarem ao home office utilizando o Conexos Cloud?
Everton: Facilitou bastante estar na web. Esse trabalho remoto requer muito isso. Funcionou bem, nós já vínhamos com esse tipo de trabalho antes com os prestadores de serviço externos, por isso, a gente não teve dificuldade nessa adaptação não. O sistema tem funcionado muito bem nesse novo modelo de trabalho para nós.

Conexos: Depois de tanto tempo usando nosso software, você indicaria o Conexos Cloud?
Everton: Eu indicaria sim o Conexos. Primeiramente para empresas que atuam no comércio exterior, pois é um sistema que já possui de forma nativa, as ferramentas necessárias para você fazer uma boa gestão das suas cargas. Também porque possuem essas integrações, principalmente com a receita, de forma bem sólida, funcionando bem e é um sistema que tem evoluído bastante ao longo dos anos, principalmente depois da migração para a web/cloud.

Fora isso, também tenho muito respeito e uma profunda admiração pelos sócios da empresa. O Cláudio, considero um grande amigo e também tenho um carinho enorme pelo Ricardo e pelo Kézio, que sempre nos trataram muito bem, com muito profissionalismo e educação e também deram muita atenção às propostas que nós sugerimos.
Não pela amizade em si, mas pelos profissionais que estão envolvidos no projeto, eu indicaria sim o Conexos.

Para conhecer a Quattror acesse o site, clicando nesse link.

Se você gostou dessa entrevista, continue acompanhando nosso blog que em breve teremos mais novidades. Se quer conhecer mais sobre o que um sistema ERP na nuvem pode fazer pela sua empresa, agende uma demonstração e fale com um de nossos consultores.

Richard Marques

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