4 dicas de gestão para o mercado atacadista e distribuidor

Tempo de leitura: 7 minutos

O segmento atacadista e distribuidor vem demonstrando bons resultados. De acordo com a pesquisa mensal da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados), que tem apuração da FIA (Fundação Instituto de Administração), o faturamento do setor cresceu 3,21% em agosto, em comparação ao mês anterior.

Os números são otimistas e evidenciam o potencial de crescimento das atividades do ramo, dando novo fôlego aos gestores da área. É imprescindível, porém, que as lideranças estejam preparadas para aproveitar as oportunidades que surgem!

Se você busca informações sobre as melhores práticas de gestão para empresas atacadistas e distribuidoras, encontrou o conteúdo perfeito! Neste post, você entenderá um pouco mais sobre o contexto administrativo do segmento e, de quebra, terá acesso a dicas valiosas para potencializar os resultados do negócio.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Atacadista e distribuidor: particularidades de gestão no segmento

Muito embora haja diretrizes administrativas que servem a todas as empresas de modo genérico, é inevitável que as particularidades de cada operação acabem por gerar demandas bastante específicas.

No segmento atacadista e distribuidor, por exemplo, essa máxima é verdadeira. As rotinas da área são particulares e suscitam a necessidade de estruturar procedimentos aderentes às demandas.

Para evitar transtornos, desvios operacionais e até mesmo prejuízos financeiros, é importante que o líder esteja atento às peculiaridades de seu setor e consiga aplicar técnicas confiáveis para alavancar seus resultados.

Nesse contexto, as melhores ferramentas são indispensáveis a uma gestão mais enxuta, eficaz e transparente.

Melhores práticas de gestão para o setor atacadista e distribuidor

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre as especificidades do mercado atacadista e distribuidor, é hora de agregar um pouco mais de prática ao diálogo.

Com o intuito de expandir mercados e acelerar o crescimento — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes —, é válido conhecer e aplicar as melhores práticas de gestão do segmento.

1. Controle efetivo de estoque

No segmento atacadista e distribuidor, mais do que em qualquer outro ramo, o domínio pleno sobre o estoque é indispensável. Isso porque a operação em si está totalmente amparada na capacidade da empresa de efetivar com eficiência as transações de armazenagem e escoamento.

Dessa forma, o acompanhamento contínuo dos níveis de estoque é uma atividade crucial para o bom andamento das operações e, é claro, para a perenidade da empresa.

Certifique-se, portanto, de dispor de rotinas críveis para recebimento, armazenagem e revenda de produtos, assegurando-se de controlar indicadores determinantes, tais como lote e prazo de validade (em caso de itens perecíveis, por exemplo).

2. Monitoramento de dados e métricas

Um expediente de trabalho é, sem dúvida, um dia repleto de dados que são passíveis de análise — e que podem embasar decisões altamente estratégicas para a empresa, minimizando os riscos de um passo equivocado.

Na operação atacadista e distribuidora, o foco no monitoramento de dados deve ser bastante robusto. Afinal, são muitas as métricas que devem reger uma operação enxuta e produtiva, garantindo a qualidade do serviço e a satisfação dos clientes.

Sendo assim, não é nenhum exagero pontuar que, ao gestor da área, cabe a missão de relacionar seus indicadores mais essenciais (tais como margens de contribuição e giro de estoque, por exemplo) e mantê-los sob vigilância.

O resultado desse controle é sentido de imediato e certamente rende ótimos frutos também a longo prazo!

3. Acompanhamento de equipes

Uma das principais atividades do líder é acompanhar suas equipes e garantir que todos os colaboradores consigam se desenvolver continuamente, capacitando-os para entregar resultados mais completos e eficazes a cada novo desafio.

É difícil dar conta dessa tarefa — que, além de nobre, também é essencial para manter a competitividade da organização — se, por outro lado, não houver ferramentas disponíveis para munir as lideranças de informações oportunas.

Somente ao conhecer com profundidade quais são os indicadores de performance, acompanhando-os com atenção e focando na correção imediata de possíveis deficiências, é possível moldar times altamente capacitados e com forte potencial de desempenho.

4. Eliminação de falhas operacionais

Qualquer operação é passível de desvios, mas é fundamental que os riscos sejam constantemente mitigados, evitando que os prejuízos sejam expressivos e comprometam a saúde global da empresa.

Nas rotinas do atacadista e do distribuidor, é comum encontrar procedimentos que registram alta incidência de falhas — sejam erros manuais ou retrabalhos excessivos, para citar apenas dois. É missão do gestor, portanto, garantir que haja cada vez mais sinergia, confiabilidade e transparência nas operações do negócio.

Para isso, vale construir fluxos robustos de processos e equipar os colaboradores com recursos eficientes, permitindo que o trabalho cotidiano seja executado de modo mais assertivo e em menos tempo.

Na etapa de recebimento de mercadorias, por exemplo, a tecnologia pode ajudar a agilizar a entrada dos itens e a disponibilizar os lotes em tempo real ao time comercial. Essa agilidade certamente traz mais resultados em performance e, é claro, em capital.

5. Investimento em tecnologia

Por fim, embora não menos importante, desponta a relevância inquestionável da tecnologia no ambiente competitivo das atacadistas e distribuidoras.

Atualmente, uma empresa que peca em automatizar seus procedimentos e em controlar seus indicadores — deixando de conhecer eventuais deficiências e de identificar possíveis oportunidades — é uma empresa que coloca em risco sua saúde e sua perenidade.

Ao contar com um software integrado de gestão, também conhecido como ERP, o gestor da área dispõe de funcionalidades completamente aderentes às suas necessidades cotidianas e ganha mais autonomia para administrar (e otimizar) os recursos que detém — sejam eles físicos, financeiros, humanos e de tempo.

Para além do acompanhamento de rotinas operacionais, porém, a tecnologia permite que haja mais direcionamento estratégico em cada ação tomada. A grande disponibilidade de dados, relatórios e métricas garante ao gestor mais segurança nas análises e mais assertividade nas decisões, incentivando-o a buscar novas formas de melhorar o que já está sendo feito e de encontrar soluções inovadoras para continuar crescendo.

Nesse contexto, mantendo uma operação mais coerente e produtiva, o atacadista e distribuidor consegue se sobressair à concorrência e maximizar seus retornos, atingindo as metas estabelecidas.

O conteúdo despertou seu interesse e te fez enxergar novas oportunidades de aprimorar processos e alavancar performances? Ótimo! Então, conheça como o Conexos Cloud pode ajudá-lo a atingir seus objetivos gerenciais. Até a próxima!