Listamos 4 dicas para reduzir custos na importação de produtos

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O mundo globalizado, cada vez mais integrado e dinâmico, tornou os intercâmbios internacionais, principalmente no que diz respeito à comercialização de produtos, uma realidade inquestionável. Neste contexto, o desafio das empresas envolve a constante busca de alternativas para diminuir custos na importação, assegurando um processo mais enxuto e lucrativo.

Neste post, você terá acesso às dicas valiosas que o ajudarão a avaliar seu fluxo operacional e, a partir de uma análise criteriosa, visualizar novas possibilidades para reduzir os custos na importação.

Mais do que um esforço voltado à potencialização dos resultados do negócio, a revisão de processos de importação desponta como uma condição essencial para assegurar a perenidade da empresa. Confira!

1. Controle e receba alertas de check point

A logística de importação pressupõe uma série de etapas. O sucesso em cada uma delas, principalmente no que compete ao prazo estabelecido, é determinante para o êxito da operação. Qualquer desvio pode gerar prejuízos de custos na importação significativos e comprometer o resultado final da transação.

Diante disso, é essencial que o gestor encarregado tenha controle sobre o processo em curso e receba alertas recorrentes, à medida que cada fase da operação for sendo concluída. Certificando-se que o lead time esteja dentro do prazo, o gestor reitera seu domínio acerca da transação e tem mais autonomia para dar sequência às programações habituais à importação.

2. Verifique o benefício fiscal utilizado na operação para diminuir custos na importação

A carga tributária para produtos importados é alta e, por isso, é fundamental que o gestor esteja sempre atento às taxas embutidas. Uma forma proativa de baratear a transação, reduzindo os custos de importação, é deter conhecimentos consistentes a respeito do benefício fiscal.

Muitas vezes, a estratégia para valer-se dos benefícios fiscais perpassa pela distribuição de filiais pelos mais variados estados brasileiros, aproveitando as diferenças tributárias estabelecidas. Por isso, a simulação de processos em diversas localidades, por exemplo, desponta como uma possibilidade atrativa — e que deve ser considerada. Isso ajuda em seus processos e reduz os custos na importação.

Fique atento, porém, à restrição de produtos por benefício fiscal: alguns produtos não podem usufruir das vantagens tributárias em determinados estados nacionais. No Espírito Santo, por exemplo, a importação de café não está contemplada na modalidade do benefício fiscal.

3. Revise com rigor a documentação pré-embarque

Uma análise tributária mal executada pode implicar em enormes multas aduaneiras. A cada ocorrência de importação, é preciso assegurar a emissão dos documentos necessários para assegurar o êxito da transação. A ausência de algum documento obrigatório certamente implica em prejuízos e compromete a redução dos custos operacionais.

Alguns produtos específicos, por exemplo, exigem uma licença de importação antes mesmo de serem remetidos ao Brasil e, caso a autorização não seja emitida, há a aplicação de uma multa. Situações em que é preciso reclassificar a mercadoria também são críticos e ocasionam ônus de infração.

4. Conte com um sistema integrado

O panorama de importação exige minúcia e cautela, mas também demanda agilidade. Em um mundo cada vez mais dinâmico, é preciso eliminar retrabalhos e automatizar operações, agregando alta performance às operações rotineiras.

Por isso, mais do que nunca, a tecnologia em gestão é indispensável ao esforço de diminuir prejuízos na importação. Certifique-se de contar com um software robusto, crível e integrado (inclusive com as atualizações normativas do governo) para otimizar as transações comerciais e potencializar os resultados do negócio.

Agora que você já está convicto de que é possível impulsionar suas operações logísticas de importação, entenda também: como um software ERP pode ajudar em operações de exportação?