Velocidade na tomada de decisões: sistemas de gestão empresarial contra sistemas de gestão de processos

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A velocidade na tomada de decisões é um ativo muito valioso dentro das empresas, talvez tão valioso quanto suas estruturas físicas, sua marca, sua propriedade intelectual ou industrial. 

Essa situação se potencializa ainda mais quando estamos inseridos num mundo cada vez mais digital, em que o volume de dados cresce vertiginosamente todo dia, e o tempo necessário para analisar tais dados aumenta na mesma proporção.

Confira o artigo de hoje e veja como um sistema de gestão empresarial garante boas escolhas em nosso dia a dia!

In memory: consultas mais rápidas

As empresas acabam por buscar soluções que permitem potencializar a sua capacidade de análise e interpretação dessa imensidão de dados, transformando em informações e suportando com mais segurança o processo decisório.

Estamos na era do processamento de dados em memória (in memory), tecnologia esta que permite uma maior agilidade no processamento dos dados, e atende perfeitamente a demanda de atuação em cenários mais complexos, e em grande volume de dados.

Essa solução pode ser resumida como sendo um banco de dados cuja maior parte dos dados já está rodando na memória do servidor, sem a necessidade de acessar discos ou storage para recuperar tais dados.  Ou seja, a informação pode ser consultada de forma muito mais rápida. 

De fato os bancos de dados de respeito que hoje existem no mercado já possuem o recurso de cache, que e uma área na memória reservada para os dados mais solicitados.  O banco de dados in memory é algo mais complexo e que promove um desempenho acima do conhecido.

A verdadeira agilidade em suas decisões

O rápido processamento dos dados que estão in memory e em tempo real, permitirá as empresas identificarem situações e insights que servirão como alertas sobre a situação e ajudarão numa rápida e segura decisão.

Entretanto o software sozinho não faz milagres.  É importante investir num datacenter com recursos modernos e que permitem uma gestão de infraestrutura automatizada, escalável, oferece gerenciamento de recursos dinâmicos em negócios críticos, gerando redução de custos operacionais, melhorando o desempenho das aplicações críticas de negócio e garantindo retorno sobre investimento efetivo.

A infraestrutura é fundamental, mas cumpre também destacar que o principal ator do processamento in memory é o banco de dados.  A escolha de um sistema de gestão por si só não resolve o problema e muito menos te garantirá que tais façanhas modernas estarão sendo utilizadas pela sua empresa.  É importantíssimo entender qual é a arquitetura por trás do sistema de gestão e especialmente qual o banco de dados utilizado.

Diversos fabricantes de banco de dados já se adaptaram a esta metodologia in memory, inclusive a Oracle, que é a solução adotada pela Conexos para suportar todas as suas aplicações.

Reforço apenas que usar Oracle por si só não garante o uso de solução alinhada com o processamento in memory.  Isso demandará uma intervenção na infra dessas aplicações para que o recurso seja experimentado na prática.  Depende de um provisionamento no datacenter para que isso ocorra.  Isso tudo envolve custos.

Mas a análise de custo X benefício não precisa ser ignorada.  Justamente por demandar um custo de infra um pouco maior é que a sua empresa deve fortemente constituir um comitê para avaliar a viabilidade de adotar esse recurso, sempre comparando também com a real necessidade de visibilidade em tempo rápido de situações reais e possivelmente desconhecidas.

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